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O Brasil possui cerca de 48% de fontes renováveis em sua matriz energética. O país tem buscado ampliar as formas alternativas de geração de energia elétrica, para além da fonte hidráulica. E as fontes de energia como a eólica, a solar e a biomassa já estão sendo colocadas em prática, o que posiciona o Brasil num seleto grupo de vanguarda mundial na produção de energia renovável e sustentável.

A matriz energética brasileira é uma das mais renováveis entre todos os países com grandes economias mundiais. A média mundial é de 14% e se compararmos com os países mais desenvolvidos, por exemplo, os países que fazem parte da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], essa participação é ainda menor, 11%.

A porcentagem de 48% de fontes renováveis, significa que toda a energia produzida e consumida no Brasil é originária de fontes energéticas renováveis, como o sol, o vento, a água e a biomassa. E se analisarmos agora a matriz de energia elétrica, a renovabilidade da matriz brasileira é ainda maior. Em 2020, o Brasil terminou o ano com 85% da matriz renovável, enquanto a média mundial é de apenas 28%.

Conhecido mundialmente no campo da energia limpa e renovável, o Brasil foi escolhido pela ONU, Organização das Nações Unidas, como um dos países líderes no tema Transição Energética para uma economia de baixo carbono, no diálogo de alto nível das Nações Unidas sobre energia.

A energia solar é a que mais cresce no Brasil. Por estar situado próximo a linha do Equador, o Brasil tem excelentes níveis de insolação e de irradiação solar, então, com o desenvolvimento tecnológico das placas solares, dos equipamentos solares, isso proporcionou a redução dos custos.

Para se ter uma ideia, no mês de agosto, o Brasil alcançou 10 gigawatts de capacidade instalada. Isso significa 70% da capacidade instalada de Itaipu, que é a maior usina hidrelétrica das Américas e a segunda maior do mundo. Nos últimos três anos houve um crescimento de 200% da energia solar centralizada e de 2000% da energia solar distribuída.

Com cerca de 10 gigawatts, a expectativa é que nos próximos dez anos aumente quatro vezes ou até mais essa capacidade. A expectativa de investimento é de R $100 bilhões somente na energia solar, é cerca de 28% do todo o investimento no setor elétrico brasileiro apenas destinado à energia solar.

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