You are currently viewing Energia Solar e acessibilidade: Economia no bolso do cliente

A geração solar está rapidamente se consolidando como uma fonte segura e acessível no Brasil e tem papel essencial para a construção de um futuro de baixo carbono, segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. A fala foi feita em mensagem gravada para a terceira assembleia da International Solar Alliance (ISA), em 2020, uma coalizão de países com alta incidência solar para o desenvolvimento do uso da energia fotovoltaica.

O crescimento mundial da energia fotovoltaica é impulsionado não apenas pelas grandes usinas de geração de energia, mas também pelo uso individual e local.

Nas economias emergentes que carecem de infra-estruturas de energia e redes de energia, oferece aos habitantes isolados soluções de energia simples e independentes. Nos países industrializados, é vista como uma fonte suplementar de energia para as famílias, gerando economia quando consumida localmente e renda quando alimentada na rede elétrica.

À medida que o custo dos painéis fotovoltaicos diminui, seu uso individual ou local está se tornando cada vez mais amplo. Os painéis fotovoltaicos, que coletam a luz do sol para converter em eletricidade , são integrados ou instalados nos telhados das casas, prédios de apartamentos e escritórios e edifícios agrícolas. A energia produzida é usada para atender às necessidades locais ou alimentada na rede elétrica.

Além de serem utilizados para fins puramente residenciais, os sistemas fotovoltaicos podem fornecer energia em locais remotos, como abrigos de montanha ou navios navegando no mar, e para instalações urbanas, como relés de rádio e sinalizadores. É também uma energia “portátil” que pode ser usada para pequenos dispositivos eletrônicos, além de possuir uma ampla variedade de aplicações industriais, incluindo a alimentação de satélites ou locais de produção de petróleo e gás.

Além do mais, a acessibilidade da energia fotovoltaica é uma ferramenta essencial nos países em desenvolvimento, onde 1,3 bilhão de pessoas não tem acesso à rede. Para essas comunidades, sistemas solares independentes são uma maneira de acessar eletricidade em áreas rurais.

Eles permitem que vilarejos remotos se beneficiem do bombeamento de águas subterrâneas para água potável e irrigação, sistemas de telecomunicações como rádio, televisão e telefones celulares e aparelhos como geladeiras e máquinas de costura.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), no Brasil existem mais de 108 mil unidades instaladas que utilizam os sistemas de placas fotovoltaicas para gerar sua eletricidade.

Esse número em dezembro de 2018 era de apenas 50 mil unidades, o que mostra que o consumidor busca por alternativas sustentáveis e econômicas e que o mercado está em franca expansão.

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