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Acelerar a transição energética do planeta para energias renováveis foi o tema mais debatido na COP26. O Dia da Energia reuniu governos, empresas, investidores e organizações do mundo todo para que se busquem formas de realizar essa transição o quanto antes e manter o aquecimento global limitado a 1,5 °C.

A Itaipu Binacional, segunda maior hidrelétrica do mundo, apresentou para o público internacional em Glasgow as medidas de enfrentamento de mudanças climáticas adotadas em evento promovido pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU.

A agenda oficial da COP26 falou da necessidade e da urgência do fim do poder do carvão como fonte energética. O assunto energia também foi debatido pela sociedade civil presente na conferência. “Nos últimos 20 anos, o potencial de geração de energia hidrelétrica no Brasil vem se esgotando. Com o aumento da demanda por energia elétrica, decorrente do desenvolvimento econômico, o país acabou recorrendo a fontes de energia termelétricas, que queimam combustíveis fósseis. No entanto, o Brasil tem um potencial de geração de energia renovável ainda muito grande e inexplorado, infinita, oriunda da energia solar e eólica”, afirma Davi Tsai, coordenador de projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente.

O presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), Rodrigo Sauaia, afirma que o Sol deve se tornar a principal fonte energética em diversos países nos próximos 30 anos, inclusive no Brasil.

Um primeiro acordo foi assinado na COP-26 entre representantes globais da energia solar e eólica. Seu objetivo é acelerar a instalação dessas fontes, que hoje já são as mais baratas em grande parte do mundo. Segundo Sauaia, a energia solar já é mais barata em países que representam dois terços da população mundial. Além de custar menos, destacou, a fonte tem sustentabilidade. É uma tecnologia reciclável, com reaproveitamento dos equipamentos no fim da vida útil.

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